Economia - Brasil acumula 13,1 milhões de desempregados até fevereiro

29/03/2019

Estadão Conteúdo
A taxa de desemprego no Brasil ficou em 12,4% no trimestre encerrado em fevereiro, atingindo 13,1 milhões de pessoas, segundo divulgou nesta sexta-feira o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Isso significa um aumento de 892 mil pessoas desocupadas no país. As informações são do Estadão.
O resultado ficou abaixo da mediana de 12,5% do intervalo de expectativas dos analistas ouvidos pelo Projeções Broadcast e acima do piso das previsões, de 12,3%. O teto do intervalo era a 12,6%.
Em igual período de 2018, a taxa de desemprego medida pela Pnad Contínua estava em 12,6%. No trimestre até janeiro de 2019, o resultado ficou em 12%. A renda média real do trabalhador foi de R$ 2.285 no trimestre encerrado em fevereiro. O resultado representa alta de 0,7% em relação ao mesmo período do ano anterior. 

MPF denuncia Michel Temer e Moreira Franco por desvios na Eletronuclea

29/03/2019

O Ministério Público Federal (MPF) fez duas denúncias nesta sexta-feira (29) contra o ex-presidente da República Michel Temer, o ex-ministro e ex-governador do Rio Moreira Franco e outros investigados por desvios na Eletronuclear. A informação é do G1.

Michel Temer foi preso em São Paulo no último dia 21 de março pela força-tarefa da Lava Jato do Rio de Janeiro, que investiga o caso. Os agentes também prenderam o ex-ministro Moreira Franco no Rio e o coronel João Baptista Lima Filho, amigo de Temer, e mais sete acusados. Temer ficou preso quatro dias em uma sala da sede da PF, no Centro do Rio.
Na última segunda-feira (25), a Justiça determinou a soltura do ex-presidente, a pedido dos advogados entraram com pedido de habeas corpus no Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2). Na mesma decisão, o desembargador Ivan Athié mandou soltar os outros presos na mesma operação.
Sobre a denúncia de desvios na Eletronuclear, a defesa de Michel Temer disse que nada foi provado contra ele e que a prisão "constitui mais um, e um dos mais graves, atentados ao Estado Democrático de Direito no Brasil".

Venezuela torna Juan Guaidó inabilitado a exercer cargos públicos

28/11/2017

O líder oposicionista venezuelano Juan Guaidó foi impedido de exercer cargos públicos no país por 15 anos. A informação foi passada nesta quinta-feira (28) pela Controladoria-Geral da Venezuela (CGV).
Segundo o controlador-geral Elvis Amoroso, Guaidó, que preside a Assembleia Nacional, controlada pela oposição, e se declarou presidente interino do país em janeiro, apresentou "inconsistências" em suas declarações de renda. Guaidó teria recebido dinheiro de "instâncias internacionais e nacionais" que não foram declaradas.
Guaidó se declarou presidente interino da Venezuela em 23 de janeiro e foi reconhecido por mais de 50 países, entre eles os Estados Unidos, a Alemanha, a França, a Espanha e o Brasil.
A CGV ordenara em 11 de fevereiro uma auditoria no patrimônio de Guaidó, alegando suspeitas de que ele teria falsificado dados da sua declaração de patrimônio.
A investigação integra uma resolução emitida por Elvis Amoroso, que foi designado em 2018 pela Assembleia Nacional Constituinte, um "parlamento" composto unicamente por simpatizantes do regime e não reconhecido por vários países, entre eles o Brasil e os membros da União Europeia.

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